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Sexta-feira muito louca (2003)

A doutora Tess Coleman e sua filha adolescente Anna têm apenas uma coisa em comum - uma não tem nada a ver com a outra. Roupas, penteados, homens ou a paixão de Anna por sua banda de rock. Nada. Depois de uma briga na quinta-feira à noite, um pequeno incidente místico muda suas vidas. Elas acordam na sexta-feira diante da maior confusão - haviam trocados de corpos. Uma literalmente na pele da outra, elas aprendem a entender e respeitar seus pontos de vista tão diferentes. Entretanto com o casamento de Tess marcado para o sábado, elas precisam encontrar rapidamente uma maneira de desfazer o feitiço. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil pela Walt Disney Home Entertainment]

Freaky Friday. Estados Unidos. Comédia, Família, Fantasia, Romance. Longa-metragem de cinema. Colorido. 1:37 (97 minutos). Baseado no livro Freaky Friday (1972, no Brasil: Que sexta-feira mais pirada!), da escritora estadunidense Mary Rodgers.

Direção de Mark Walter. Roteiro de Heather Hach e Leslie Dixo. Elenco com Jamie Lee Curtis (Tess Coleman), Lindsay Lohan (Anna Coleman), Mark Harmon (Ryan), Harold Gould (vovô), Chad Michael Murray (Jake), Stephen Tobolowsky (senhor Bates), Christina Vidal (Maddie), Ryan Malgarini (Harry Coleman), Haley Hudson (Peg), Rosalind Chao (Pei-Pei), Lucille Soong (mãe de Pei-Pei), Willie Garson (Evan), Dina Spybey-Waters (Dottie Robertson) [creditada como Dina Waters], Julie Gonzalo (Stacey Hinkhouse), Christina Marie Walter (garota), Lu Elrod (monitor de detenção), Heather Hach (professora de ginástica), Lorna Scott (açougueira), Chris Carlberg (Ethan, bateirista), Danny Rubin (Scott, baixista), Hayden Tank (amigo de Harry), Cayden Boyd (amigo de Harry), Marc McClure (Boris), Chris Heuisler (senhor Waters), Jeffrey Marcus (paciente), Jacqueline Heinze (paciente), Mary Ellen Trainor (paciente), Erica Gimpel (professora de Harry), William Caploe (entrevistador), Daniel Raymont (maquiador), Veronica Brooks (garçonete), Lee Burns (segurança), Amir Derakh (mestre de cerimônia) e Zoe Waters (bebê). Produzido pelos estúdios Casual Friday Productions, Gunn Films e Walt Disney Pictures.

Outras versões: | Se eu fosse a minha mãe (1976) | Tal mãe, tal filha (1995) | Sexta-feira muito louca (2018) |

Prêmios: | Globo de Ouro 2004: indicado a Melhor Atriz - Comédia/Musical (Jamie Lee Curtis) | Saturno 2004: indicado a Melhor Filme de Fantasia, indicado a Melhor Roteiro (Heather Hach e Leslei Dixon), indicado a Melhor Atriz (Jamie Lee Curtis) e Melhor Ator Jovem (Lindsay Lohan) |

A muralha (2000)

 A trama se passa por volta de 1600, época em que os bandeirantes buscavam terras cultiváveis, riquezas e índios para serem vendidos como escravos. A muralha do título refere-se à Serra do Mar, o maior obstáculo às incursões ao centro do país. Do outro lado da muralha, nas cercanias da vila de São Paulo, na fazenda de Lagoa Serena, mora Dom Braz Olinto, um patriarca que lidera sua família e sua bandeira com muito trabalho e sacrifício. Sua luta principal é dominar e vender mão-de-obra indígena, adquirida através das empreitadas feitas ao interior. Nisto se difere de seu filho Tiago Olinto, que vê na conquista do ouro a grande razão para seu empenho pessoal. Criado no Colégio dos Jesuítas, Tiago é contra a dominação e o desrespeito aos índios, o que torna o conflito entre ele e seu pai inevitável. [fonte: site Memória Globo] 

A muralha. Brasil. Aventura, Drama, Romance. Minissérie de Televisão. Colorido. +- 34:00 (2.040 minutos). Baseado no livro A muralha (1954), da escritora brasileira Dinah Silveira de Queiroz.

Direção de Denise Saraceni, Carlos Araújo e Luís Henrique Rios e roteiro de Maria Adelaide Amaral, João Emanuel Carneiro e Vicente Villari. Com Mauro Mendonça (Dom Braz Olinto), Vera Holtz (Cândida Olinto "Mãe Cândida"), Alessandra Negrini (Isabel Olinto), Leonardo Brício (Tiago Olinto), Leandra Leal (Beatriz Ataíde), Tarcísio Meira (Dom Jerônimo Taveira), Letícia Sabatella (Dona Ana Cardoso), Alexandre Borges (Dom Guilherme Schetz), Caco Ciocler (Bento Coutinho), Mateus Nachtergaele (Padre Miguel), Maria Maya (Moatira), Paulo José (Padre Simão), Deborah Evelyn (Basília Olinto Góis), Celso Frateschi (Afonso Góis), Leonardo Medeiros (Leonel Olinto), Maria Luísa Mendonça (Margarida Olinto), Regiane Alves (Rosália Olinto), André Gonçalves (Apingorá), Stênio Garcia (Caraíba), Ada Chaseliov (Leonor), Cláudia Ohana (Dona Antônia Brites), Pedro Paulo Rangel (Mestre Davidão), Carlos Eduardo Dolabella (João Antunes), Ângelo Paes Leme (Vasco Antunes), Sérgio Mamberti (Dom Cristóvão Rabelo), Edwin Luisi (Dom Gonçalo Roiz), Cecil Thiré (Dom Bartolomeu Fernandes), Emiliano Queiróz (Dom Falcão), Cacá Carvalho (Frei Carmelo), Ewirges Ribeiro (Genoveva), Enrique Diaz (Aimbé), Patrick de Oliveira (Tuiú), João Pedro Roriz (Parati), Rita Martins (Iamê), Carlos Cotiglieri (sacristão), Chico Expedito (bandeirante), Elias Andreatto (Dom Cardoso), Irving São Paulo (capanga de Bento Coutinho), José de Abreu (inquisidor-mor), José Wilker (Dom Diogo), Luís Mello (Dom Manoel Nunes Viana), Mac Suara (cacique), Marcos Fuchs (Pedro Afonso / Aimbô), Pedro Fuchs (Pedro Afonso / Aimbô) e Mônica Torres (Dona Joana). Produzido pelo estúdio Rede Globo de Televisão.

A muralha foi exibida originalmente no Brasil em 2000 pela emissora TV Globo no horário das 23 horas, em 51 episódios (de 4 de janeiro a 31 de março de 2000). 

A muralha ganhou o Troféu APCA 2001, da Associação Paulista dos Críticos de Arte, de Melhor Ator em Televisão (Tarcísio Meira) e a associação também concedeu a Maria Adelaide Amaral o Grande Prêmio da Crítica em Televisão pela minissérie.

Versões televisivas de A muralha: | A muralha (1954, Record) | A muralha (1958, Tupi) | A muralha (1961-1962, Cultura) | A muralha (1968-1969, Excelsior) | A muralha (2000, Globo) |

A muralha (1968-1969)

 Sertão paulista, início do século 18. Por meio da família do bandeirante Dom Braz Olinto, narram-se os fatos que levaram à Guerra dos Emboabas, por extensão, o choque dos paulistas que conquistaram terras e minas e os forasteiros de diversas procedências, principalmente baianos e portugueses, que queriam se apossar delas. A muralha significa a serra como obstáculo às incursões dos bandeirantes, nas suas buscas por novas terras e riquezas. Na fazenda Lagoa Serena, rodeada pela “muralha” e desbravada pelos bandeirantes, mora Dom Braz, líder de uma bandeira, sua mulher, Mãe Cândida, e os filhos: Leonel, casado com Margarida, Basília, casada com Afonso Góis, Tiago e Rosália. Ainda uma sobrinha, Isabel, criada entre o convívio da família e dos índios, moldando, assim, uma personalidade arredia e selvagem. Ela é o braço direito de Dom Braz, que o acompanha em suas bandeiras. Rosália, a filha caçula, dará desgosto à família Olinto, ao apaixonar-se e envolver-se com um inimigo, o aventureiro Bento Coutinho. Ao redor desses personagens flui toda a trama, iniciada com a chegada de Portugal de outra sobrinha de Dom Braz, Cristina, que vem ao Brasil para casar-se com Tiago. Porém, a jovem portuguesa terá de disputá-lo com Isabel, apaixonada veladamente pelo primo. [fonte: site Teledramaturgia] 

A muralha. Brasil. Aventura, Drama, Romance. Novela de Televisão. Preto & Branco. +- 162:00 (9.720 minutos). Baseado no livro A muralha (1954), da escritora brasileira Dinah Silveira de Queiroz.

Direção de Sérgio Britto e Gonzaga Blota e roteiro de Ivani Ribeiro. Com Mauro Mendonça (Dom Braz Olinto), Fernanda Montenegro (Cândida Olinto "Mãe Cândida"), Rosamaria Murtinho (Isabel Olinto), Edgard Franco (Tiago Olinto), Arlete Montenegro (Cristina de Godói), Gianfrancesco Guarnieri (Leonel Olinto), Nicette Bruno (Margarida Olinto), Nathália Timberg (Basília Olinto), Paulo Goulart (Bento Coutinho), Maria Isabel de Lizandra (Rosália Olinto), Stenio Garcia (Aimbé), Serafim Gonzalez (Dom Guilherme Saltão), Cleyde Blota (Joana Antônia), Paulo Celestino (Mestre Davidão), Gilberto Sálvio, Sílvio de Abreu (Abreu), Valdo Rodrigues (Tuiú), Aldo de Maio, Alex André (Padre Fabiano), Nestor de Montemar (Parati), Marcus Toledo (Toledo), Antônio Carlos Pires, Antônio Ghigonetto (Dom Júlio), Silvana Lopes, Carlos Zara (soldado), Cláudio Corrêa e Castro (Dom Manuel Nunes Viana), Cleyde Yáconis (Dona Bandeira), Edson França (Manuel Borba Gato), Maria Aparecida Alves (freira), Osmar Prado, Osmano Cardoso, Rivaldo Perez (Apingorá), Ana Maria Neuman (Cati), e Gonzaga Blota. Produzido pelo estúdio TV Excelsior.

A muralha foi exibida originalmente no Brasil em 1968/1969 pela emissora TV Excelsior no horário das 19 horas e 30 minutos, em 216 episódios (de 9 de julho de 1968 a 21 de março de 1969). 

A muralha ganhou o Troféu Imprensa 1968 nas categorias de Melhor Novela (Ivani Ribeiro), Melhor Diretor de Novela (Sérgio Britto e Gonzaga Blota), Melhor Ator (Stênio Garcia) e Melhor Atriz (Fernando Montenegro), além de receber outra indicação como Melhor Ator (Mauro Mendonça) e Melhor Atriz (Rosamaria Murtinho) e duas indicações na categoria Revelação Masculina (Edgar Franco e Sílvio de Abreu). 

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A muralha (1961-1962)

 Através da família de Dom Braz Olinto, narram-se os fatos que levaram à Guerra dos Emboabas, por extensão, o choque dos paulistas que conquistaram terras e minas e os forasteiros de diversas procedências, principalmente baianos e portugueses, que queriam se apossar delas. A "muralha" significava a Serra do Mar, como obstáculo às incursões dos bandeirantes nas suas buscas de novas terras e riquezas. Na fazenda Lagoa Serena, rodeada pela "muralha" e desbravada pelos bandeirantes, mora Dom Braz, líder de uma bandeira, sua mulher, Mãe Cândida, e seus filhos: Basiléia, Tiago, Rosália e Leonel, que vive com a esposa, Margarida. Ainda vivem ali uma sobrinha, Isabel, e um índio mestiço, Aimbé. Ao redor desses personagens flui toda a trama, iniciada com a chegada de Portugal de outra sobrinha de Dom Braz, Cristina, que se apaixonará por Tiago, apesar de latentes diferenças de cultura e mentalidade. Mas a jovem portuguesa terá de disputá-lo com Isabel, o braço direito de Dom Braz que o acompanha em suas bandeiras, uma menina que foi criada entre o convívio da família e dos índios, moldando, assim, uma personalidade arredia e selvagem. Mas o conflito maior será gerado por Rosália, ao se apaixonar pelo líder dos emboabas, o aventureiro e traidor Bento Coutinho. [fonte: site Wikipedia.pt] 

A muralha. Brasil. Aventura, Drama, Romance. Novela de Televisão. Preto & Branco. +- 31:00 (1.860 minutos). Baseado no livro A muralha (1954), da escritora brasileira Dinah Silveira de Queiroz.

Direção de Benjamin Cattan e Raul Roulien e roteiro de Miroel Silveira e Raul Roulien. Com Lélia Abramo, Benjamin Cattan, Ivanilde Alves, Edgard Franco (Aimbé), Maria Cecília, Rubens de Falco, Elizabeth Henreid e Rogério Márcico. Produzido pelo estúdio TV Cultura.

A muralha foi exibida originalmente no Brasil em 1961/1962 pela emissora TV Cultura no horários das 20 horas e 5 minutos, em 62 episódios ao vivo (de 13 de setembro de 1961 a 13 de abril de 1962). 

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A muralha (1958)

 Durante a época dos bandeirantes e da Guerra dos Emboabas, é narrado o drama da judia Ana Cardoso que para livrar seu pai da inquisição é obrigada a vir para São Paulo, então um vilarejo, e casar-se com o ensandecido Dom Jerônimo Taveira. Ana sofre toda a espécie de sofrimento e humilhações. [fonte: site Tudo Sobre TV] 

A muralha. Brasil. Aventura, Drama, Romance. Novela de televisão. Preto & Branco. Baseado no livro A muralha (1954), da escritora brasileira Dinah Silveira de Queiroz.

Direção de Paulo Porto e roteiro de Ivani Ribeiro. Com Fábio Cardoso. Produzido pelo estúdio TV Tupi.

A muralha foi exibida originalmente no Brasil em 1958 pela emissora TV Tupi, em episódios ao vivo no horário das 20 horas.

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A muralha (1954)

 Ana é uma doce e forte moça judia que tenta salvar a todo custo seu pai da Inquisição em Portugal. Após ser liberto pelo intermédio do poderoso Dom Jerônimo, a moça é prometida em casamento como divida de gratidão e, convertida ao cristianismo, se muda para o Brasil para cumprir sua sina. Ao chegar, no entanto, ela conhece o galante Guilherme, funcionário de seu futuro marido que é responsável por levá-la até sua nova casa, embora os dois acabem se apaixonando. Apesar disso, Ana casa-se com Jerônimo e passa a sofrer todo tipo de humilhação e violência, transformando a garota em uma caricatura escravizada pelo seu poder. Com a ajuda de Antônia, sua grande amiga que também se muda para o Brasil em buscar de um bom casamento, Ana consegue se comunicar clandestinamente com Guilherme, a quem jura amor eterno. [fonte: site Wikipedia.pt] 

A muralha. Brasil. Aventura, Drama, Romance. Novela de televisão. +- 7:30 (450 minutos). Preto & Branco. Baseado no livro A muralha (1954), da escritora brasileira Dinah Silveira de Queiroz.

Direção de J. Silvestre e roteiro de Ivani Ribeiro. Com Fernanda Montenegro (Ana Cardoso), Rolando Boldrin (Dom Jerônimo Taveira), Gilberto Chagas (Guilherme Schetz), Lolita Rodrigues (Antônia Gusmão), Gessy Fonseca (dona Gênova), Arlete Montenegro (Moatira) e Sylvio Silveira (Heitor Cardoso). Produzido pelo estúdio TV Record.

A muralha foi exibida originalmente no Brasil em 1954 pela emissora TV Record, em 15 episódios ao vivo (de 2 de novembro a 21 de dezembro de 1954). 

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A sucessora (1978-1979)

 No Rio de Janeiro dos anos 20 [década de 1920], a inocente Marina se casa com o rico viúvo Roberto Steen, proprietário de uma elegante mansão na Rua Paissandu, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Além das dificuldades para se adaptar ao luxo, ela convive com a adoração do marido por Alice, sua primeira mulher. A governanta Juliana, apaixonada pelo patrão, não deixa que a falecida seja esquecida e cria um clima sombrio na casa. O primo de Marina, Miguel, é completamente apaixonado por ela, se transformando em mais um estorvo em seu casamento. Ele se une à Adélia na tentativa de separá-la de Roberto. [fonte: site Memória Globo]

A sucessora. Brasil. Drama, Mistério, Romance. Novela de televisão. +- 94:30 (5.670 minutos). Colorido. Baseado no livro A sucessora (1934), da escritora brasileira Carolina Nabuco.

Novela de Manoel Carlos. Direção de Herval Rossano, Gracindo Júnior e Sérgio Mattar. Roteiro de Manoel Carlos. Elenco: Susana Vieira (Marina), Rubens de Falco (Roberto Steen), Nathalia Timberg (Juliana), Paulo Figueiredo (Miguel), Arlete Salles (Germana), Kadu Moliterno (Vasco), Liza Vieira (Adélia), Mário Cardoso (Pedro Monte), Beatriz Veiga (Emília), Célia Biar (Filomena), Rosana Penna (Lúcia de Góes), Francisco Dantas (doutor Moretti), Sônia de Paula (Isabel), Mirian Pires (dona Guilhermina), Tetê Pritzl (Luísa), Heloísa Helena (Violeta Sanches), Jorge Cherques (Antenor Lopes), Ary Coslov (Munhoz), Carmem Monegal (Vanice), Patrícia Bueno (Laurita Menezes), Sidney Marques (Tião), Paulo Pinheiro (Antônio), Munira Haddad (Ondina), Marcus Toledo (Arthur Neves), Ankito (Edmundo Macedo), Patrícia Parker (Branca), Reginaldo Daniel (Edu), Jota Barroso (Benedito), Apolo Corrêa (Carlos), Telma Lira (Leonor), Joana Rocha (Ana), D'Artagnan Mello (José), Luís Vasconcelos (Pedro), Loly Nunes (Olívia), Alcebíades Bandeira (Júlio), Alessandra Vieira (Alice), Cahuê Filho (padre Manfredo), Celi Peterson (Aparecida), Gracindo Júnior (Epaminondas), Pietro Mário (padre Eládio), Irene Pereira (empregada) e Lourdes Coimbra (empregada). Produzido pelo estúdio Rede Globo de Televisão.

A sucessora foi exibida originalmente no Brasil pela emissora Globo no horário das 18 horas, em 126 capítulos, de 9 de outubro de 1978 a 3 de março de 1979.

Diário roubado (1992)

A intimidade de um amor adolescente. Numa cidade do interior da França, após o fim da guerra, a jovem e bela Virginie descobre que seus três amigos, a séria Anne, o inseguro Maurice e o impetuoso Jacques estão apaixonados por ela. Ao assumir seu amor por Anne ela tem que lutar contra tudo e contra todos. [fonte: contracapa do VHS lançado no Brasil pela distribuidora FlashStar Home Video]

Le cahier volé. França, Itália, Suíça. Drama, Romance. Longa-metragem de cinema. 1:40 (110 minutos). Colorido. Baseado no livro Le cahier volé (1978, no Brasil: O diário roubado) da escritora francesa Régine Deforges.

Direção de Christine Lipinska. Roteiro de Christine Lipinska e Bernard Revon. Com Élodie Bouchez (Virginie), Edwige Navarro (Anne), Benoît Magimel (Maurice), Malcolm Conrath (Jacques), Serge Avedikian (André), Marie Rivière (Lucie) Laurence Calame (mãe de Anne e Jacques), Anne-Marie Pisani (Georgette), Jan Rouiller (Yves), Margaux Bergeon (Adèle), Robert Bouvier (Fabien), Mado Maurin (madre superiora), Claude Chevant (padre), Florent Muñoz (médico), Brigitte Grassies Brigitte Grassies (enfermeira), Marie-Noelle Ciaravino (Claudine), Aurélien Geneix (Gilbert), Christophe Charrieau (Jeannot), Bruno Grillo (prefeito), Aimé Léon (Sr. Morlaix), Nicolas Chiappe (militar), Rosette Jaubert (examinadora), Bernard Revon (examinador) e Giancarlo Murador (trabalhador italiano). Produzido pelos estúdios Providence Films, S.F.P.G. S.A., Scena Group Srl, Sofica Investimage 4, Canal+, Procirep e Eurimages. 

Selecionado oficialmente para o Festival de Cinema de Veneza de 1992.

Mais ou menos grávida / A cegonha não pode esperar (1988)

Darcy e Stan formam o perfeito casal de adolescentes: inteligentes, bonitos e invejados por todos de sua classe. Seu futuro brilhante tem sido planejado cuidadosamente - um casamento feliz depois de uma breve separação na universidade. Mas os planos são atrapalhados quando Darcy descobre que está grávida. Logicamente o casamento é adiantado, mas o jovem casal tem que enfrentar a consequência de sua paixão e as "alegrias" de sua vida conjugal. [fonte: contracapa do VHS lançado no Brasil pelas distribuidoras RCA / Columbia Pictures International Video e LK-Tel Video]

For keeps?. Estados Unidos. Comédia, Drama, Romance. Longa-metragem de cinema. 90 minutos (1:30). Colorido.

Direção de John G. Avildsen. Roteiro de Tim Kazurinsky e Denise DeClue. Com 

Molly Ringwald (Darcy Elliot Bobrucz), Randall Batinkoff (Stan Bobrucz), Kenneth Mars (Sr. Bobrucz), Miriam Flynn (Donna Elliot), Conchata Ferrell (Sra. Bobrucz), Sharon Brown (Lila), John Zarchen (Chris), Pauly Shore (Retro), Michelle Downey (Michaela), Patricia Barry (Oficial de Adoção), Janet MacLachlan (Miss Giles), Jaclyn Bernstein (Mary Bobrucz), Matthew Licht (Lou Bobrucz), Renée Estevez (Marnie), Darcy DeMoss (Elaine), Leslie Bega (Carlita), John DiSanti (Sr. Kolby) e Larry Drake. Produzido pelos estúdios TriStar Pictures, ML Delphi Premier Productions e Winnipeg Scene Shop.

O céu pode esperar (1978)

Joe Pendleton, um jogador do time de football do Los Angeles Ram, é acidentalmente mandado para o Céu por um zeloso guarda-costas celestial. Pendleton é mandado de volta à Terra no corpo de outro homem, que é um grande industrial. Enquanto pratica para jogar novamente no seu time, o Rams, Pendleton tenta escapar dos atentados a sua vida, enquanto se envolve com uma bela inglesam que protesta contra a destruição de sua cidade, causada por uma das muitas indústrias de Pendleton. [fonte: contracapa do VHS lançado no Brasil pela distribuidora CIC Vídeo]

Heaven can wait. Estados Unidos. Comédia, Fantasia, Romance, Esporte. Longa-metragem de Cinema. 101 minutos (1:41). Colorido. Baseado na peça teatral "Heaven can wait" (1938), do dramaturgo norte-americano Harry Segall [a peça também foi montada com os títulos "Halfway to heaven" (1943) e "Wonderful journey" (1946)].

Direção de Warren Beatty e Buck Henry. Roteiro de Elaine May, Warren Beatty e Robert Towne. Com Warren Beatty (Joe Pendleton / Leo Farnsworth / Tom Jarrett), Julie Christie (Betty Logan), James Mason (Sr. Jordan), Jack Warden (Max Corkle), Charles Grodin (Tony Abbott), Dyan Cannon (Julia Farnsworth), Buck Henry (acompanhante celestial), Vincent Gardenia (detetive Krim), Joseph Maher (Sisk), Hamilton Camp (Bentley), Arthur Malet (Everett), Stephanie Faracy (Corinne), Jeannie Linero (Lavinia), Harry D.K. Wong (jardineiro) e George J. Manos (segurança). Produzido pelo estúdio Paramount Pictures.

Outras versões: Que espere o céu (1941), Jhuk Gaya Aasman (1968), Heaven's touch (1983) e O céu pode esperar (2001).

Ganhador do Oscar 1979 (da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos) de Melhor Direção de Arte (Paul Sylbert, Edwin O'Donovan e George Gaines), além de indicação a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Warren Beatty), Melhor Ator Coadjuvante (Jack Warden), Melhor Atriz Coadjuvante (Dyan Cannon), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia (William A. Fraker) e Melhor Trilha Sonora Original (Dave Grusin). 

Ganhador do Globo de Ouro 1979 (da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood) de Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Ator em Comédia ou Musical (Warren Beatty) e Melhor Atriz Coadjuvante (Dyan Cannon).

Ganhador do Saturno 1979 (da Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos) de Melhor Filme de Fantasia, Melhor Ator (Warren Beatty), Melhor Atriz Coadjuvante (Dyan Cannon) e Melhor Roteiro, além de indicação a Melhor Ator Coadjuvante (James Mason), Melhor Diretor, Melhor Música (Dave Grusin) e Melhor Figurino (Theadora Van Runkle e Richard Bruno).

Xanadu (1980)

A bela Kira, deusa da dança, volta a Terra para ajudar Sonny Malone, um artista incompreendido que quer abrir uma casa noturna diferente de tudo que já foi visto. Com a ajuda do dançarino Danny McGuire, Kira pode realizar o sonho de Sonny... e talvez acabe realizando também o seu próprio sonho de amor. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil pela distribuidora Universal]

Xanadu. Estados Unidos. Fantasia, Musical, Romance. Longa-metragem de cinema. 96 minutos (1:34). Colorido. 

Direção de Robert Greenwald. Roteiro de Richard Christian Danus e Marc Reid Rubel. Com Olivia Newton-John (Kira), Michael Beck (Sonny Malone), Gene Kelly (Danny McGuire), James Sloyan (Simpson), Dimitra Arliss (Helen), Katie Hanley (Sandra), Fred McCarren (Richie), Renn Woods (Jo), Sandahl Bergman (Musa), Lynn Latham (Musa), Melinda Phelps (Musa), Cherise Bates (Musa), Juliette Marshall (Musa), Marilyn Tokuda (Musa) e Yvette Van Voorhees (Musa). Produzido pelo estúdio Universal Pictures.

Refilmagem de Quando os deuses amam (1947).

Ganhador do Framboesa de Ouro 1981 (da Associação Prêmio Framboesa de Ouro) de Pior Diretor, além de indicação a Pior Filme, Pior Ator (Michael Beck), Pior Atriz (Olivia Nwton-John), Pior Roteiro e Pior Canção Original (John Farrar, por "Suspended in time").

Quando os deuses amam (1947)

Terpsícore, a musa grega da dança, vem para a Terra com a missão de impedir que um musical da Broadway ridicularize os deuses do Olimpo. Mas ela se apaixona por um mortal e não quer mais ir embora. [fonte: pt.wikipedia] 

Down the Earth. Estados Unidos. Comédia, Fantasia, Musical, Romance. Longa-metragem de cinema. 101 minutos (1:41). Colorido. 

Direção de Alexander Hall. Roteiro de Edwin Blum e Don Hartman. Com Rita Hayworth (Terpsícore / Kitty Pendleton), Larry Parks (Danny Miller), Marc Platt (Eddie), Roland Culver (sr. Jordan), James Gleason (Max Corkle), Edward Everett Horton (acompanhante celestial), Adele Jergens (Adele Jergens), George Macready (Joe Manion), William Frawley (tenente), Jean Willes (Betty) [creditada como Jean Donahue], Kathleen O'Malley (Dolly), William Haade (Spike), James Burke (detetive Kelly) e Dorothy Hart (a nova Terpsícore) [creditada como Dorothy Brady]. Produzido pelo estúdio Columbia Pictures.

Sequência de Que espere o céu (1941). Refilmado como Xanadu (1980).

Que espere o céu (1941)

Joe Pendleton é um lutador de boxe que está a caminho de uma competição e acaba morrendo em um acidente de avião. Infelizmente para Joe, ele não deveria ter morrido no acidente, mas foi levado para o céu por um anjo ansioso. Agora, a decisão é do chefe do anjo, sr. Jordan, que tem que achar um novo corpo para Joe e dar-lhe uma segunda chance de lutar pelo título. À procura de sua nova casa, Joe conhece uma jovem idealista pela qual imediatamente se apaixona, e que lhe dá uma nova razão para viver além do boxe. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil pela distribuidora Columbia Pictures]

Here comes Mr. Jordan. Estados Unidos. Comédia, Fantasia, Romance, Esporte. Longa-metragem de cinema. 94 minutos (1:34). Preto & Branco. Baseado na peça teatral "Heaven can wait" (1938), do dramaturgo norte-americano Harry Segall [a peça também foi montada com os títulos "Halfway to heaven" (1943) e "Wonderful journey" (1946)].

Direção de Alexander Hall. Roteiro de Sidney Buchman e Seton I. Miller. Com Robert Montgomery (Joe Pendleton / Bruce Farnsworth / Ralph Murdoch), Evelyn Keyes (Bette Logan), Claude Rains (sr. Jordan, chefe dos anjos), Rita Johnson (Julia Farnsworth), Edward Everett Horton (acompanhante celestial), James Gleason (Max Corkle), John Emery (Tony Abbott), Donald MacBride (inspetor Williams), Don Costello (Lefty), Halliwell Hobbes (Sisk), Benny Rubin (Bugs), Warren Ashe (Charlie) e Lloyd Bridges (Sloan). Produzido pelo estúdio Columbia Pictures.

Seguido por Quando os deuses amam (1947). Outras versões: Jhuk Gaya Aasman (1968), O céu pode esperar (1978), Heaven's touch (1983) e O céu pode esperar (2001).

Ganhador do Oscar 1942 (da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos) de Melhor História Original e Melhor Roteiro Adaptado, além de indicação a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Robert Montgomery), Melhor Ator Coadjuvante (James Gleason) e Melhor Fotografia em Preto & Branco (Joseph Walker).

Por amor também se mata (1958)

Um atrativo e romântico cavalheiro da Grã-Bretanha aristocrática tem nas mulheres e no jogo seus maiores vícios. Filho de um antigo aristocráta, Deverill consegue em pouco tempo acabar com toda sua fortuna e resolve casar-se para melhorar sua situação financeira, mas durante uma noite de muita bebida e festa, ele conhece Belle, uma cigana tempestuosa e selvagem que lhe desperta uma desenfreada paixão. Seduzido pela beleza e sensualidade de Belle, Deverill casa-se por amor e sofre um terrível choque quando descobre que a cigana só estava interessada na fortuna que ela imaginava que ele possuísse. Belle desapontada com o logro e ajudada por seu amante Jess resolve se apossar da fortuna da irmã de seu marido. Louco de ciúmes de Jess e possuído por Belle, Deverill decide por um ponto final em toda sua tragédia. [fonte: contracapa do VHS lançado pela F.J. Lucas Cinematográfica no Brasil]

The gipsy and the gentleman. Reino Unido. Drama, Romance, História. Longa-metragem de cinema. 107 minutos (1:47). Colorido. Baseado no livro Darkness I love you, da escritora Nina Warner Hooks.

Direção de Joseph Losey. Roteiro de Janet Green. Com Melina Mercouri (Belle), Keith Michell (Sir Paul Derevill), Flora Robson (Sra. Haggard), Patrick McGoohan (Jess), June Laverick (Sarah Deverill), Lyndon Brook (John Patterson), Helen Haye (Lady Caroline Ayrton), Mervyn Johns (Brook), Laurence Naismith (Dr. Forrester), Clare Austin (Vanessa Ruddock), Catherine Feller (Hattie) e Newton Block (Ruddock). Produzido pelos estúdios The Rank Organisation e Maurice Cowan Productions.

A decadência de uma espécie / O declínio de uma espécie (1990)

Em um futuro próximo, a destemida e bonita Kate possui uma mercadoria preciosa que a maioria das mulheres perderam e a maioria dos homens querem controlar... fertilidade. Forçada a ficar em um campo de treinamento onde através de um tipo de lavagem cerebral procuram transformar mulheres férteis em mães substitutas para os homens da elite social e suas mulheres inférteis, Kate acha que já está bem treinada quando é designada para o líder do partido eminente. Mas quando ela descobre que ele é estéril, enfrenta uma impossível escolha: produzir um herdeiro para ele ou morrer! [fonte: contracapa do DVD lançado pela MGM DVD nos Estados Unidos]

The handmaid's tale / Die Geschichte der Dienerin. Estados Unidos e Alemanha Ocidental. Drama, Romance, Ficção Científica. Longa-metragem de cinema. 109 minutos (1:49). Colorido. Baseado no livro The handmaid's tale (1985), da escritora canadense Margaret Atwood (no Brasil, A história da aia / O conto da aia).

Direção de Volker Schlöndorff. Roteiro de Harold Pinter. Com Natasha Richardson (Kate / Offred), Faye Dunaway (Serena Joy), Robert Duvall (Comandante), Aidan Quinn (Nick), Elizabeth McGovern (Moira), Victoria Tennant (Tia Lydia), Blanche Baker (Ofglen), Traci Lind (Janine / Ofwarren), Zoey Wilson (Tia Helena), Kathryn Doby (Tia Elizabeth), Reiner Schöne (Luke), Lucia Hartpeng (Cora), Karma Ibsen Riley (Tia Sara) e Lucile McIntyre (Rita). Produzido pelos estúdios Bioskop Film, Cinecom Entertainment Group, Cinétudes Films, Daniel Wilson Productions, Master Partners e Odyssey.

O livro também foi adaptado como série de televisão: The handmaid's tale (2017-). O filme foi indicado ao Urso de Ouro do Festival de Berlim, em 1990. 

ECLIPSE / A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE (2010, The Twilight Saga: Eclipse, Estados Unidos, Fantasia/Romance/Suspense/Ação) [longa-metragem de cinema]

Bella Swan enfim junto a seu grande amor, o vampiro Edward Cullen. Sua vida volta à normalidade, com exceção de que agora precisa lidar com a animosidade existente entre Edward e Jacob Black, seu melhor amigo. Só que novos perigos surgem para o trio, quando uma série de assassinatos acontecem na cidade vizinha de Seattle. Eles descobrem que esses assassinatos são causados por um exército de novos vampiros, criados por Victoria, que deseja vingar a morte de seu ex-parceiro, James, assassinando Bella. Ainda para complicar a situação, o clã dos Volturi estão voltando para Forks para verificar se Carlisle cumpriu a missão de transformar Bella em uma vampira, o que causaria uma guerra entre vampiros e lobisomens. Baseado no livro "Eclipse" (2007, Eclipse) da escritora americana Stephenie Meyer.

SUA ALTEZA, A SECRETÁRIA (1947, The shocking Miss Pilgrim, Estados Unidos, Comédia/Musical/Romance) [longa-metragem de cinema]

Cynthia Pilgrim graduou na escola técnica como um dos primeiros alunos a aprender a operar uma máquina de escrever, no final dos anos 1800. Numa época em que as mulheres respeitáveis não trabalham fora de casa, Cynthia consegue um emprego numa empresa de transportes em Boston. Inicialmente ela não é bem aceita pelos homens que trabalham na empresa, mas logo ela encanta a todos, inclusive seu chege, o jovem e bonito John Pritchard. Inicia um romance entre ela e seu chefe, mas o romance tem seu objetivo desviado quando Cynthia se envolve num movimento em apoio ao voto feminino, correndo o risco de perder o emprego e o interesse de seu chefe.

A CAMISINHA ASSASSINA (1996, Kondom des grauens, Alemanha/Suiça, Comédia/Terror/Romance/LGBT) [longa-metragem de cinema]

Em um motel de segunda classe em Nova York um professor safadão tenta seduzir Phyllis Higgins, uma gostosa aluna de sua classe em troca de aumentar sua nota. A princípio reluta, mas a necessidade fala mais alto e mesmo chorando, aceita a proposta do professor. Quando o professor vai colocar o preservativo, a camisinha é carnívora e come o membro sexual do professor. O detetive Luigi Mackeroni é convocado em seu dia de folga pelo chefe de polícia para investigar o caso de Phyllis e de mais outros três casos iguais que aconteceram na mesma noite. Mackeroni é um policial durão, siciliano truculento, bem-dotado e homossexual. Quando Mackeroni vai até ao motel para investigar, acaba se divertindo um pouco com o garoto de programa Billy. Quando Mackeroni e Billy estão quase nos finalmente, uma camisinha colocada sobre o criado-mudo se move e pula para de baixo de um móvel, e quando Mackeroni vai ver o que se trata, a camisinha arranca fora o testículo direito do policial. Em sua investigação, descobre que existem várias dessas camisinhas assassinas na cidade, criada por uma seita de loucos que querem eliminar os tarados de Nova York. Baseado na história em quadrinhos "Kondom des grauens" (1989) do cartunista alemão Ralph König.

COMENDO PELAS BORDAS (2004, Eating out, Estados Unidos, Comédia/Romance/LGBT) [longa-metragem de cinema]

Caleb é um universitário gostosão que está a fim de Gwen, uma garota agressiva com uma enorme queda por gays. Kyle, um solitário rapaz com quem Caleb divide o apartamento, sugere um atalho para conquistar a garota: que ele tente seduzir Marc, o melhor amigo gay de Gwen que, por acaso, é o objeto de desejo de Kyle. Parece que o plano vai dar certo até que Caleb fica sozinho com Marc. Entre um telefone e lenços de papel, tudo pode acontecer...

COMENDO PELAS BORDAS 2 (2006, Eating out: Sloopy seconds, Estados Unidos, Comédia/Romance/LGBT) [longa-metragem de cinema]

Kyle procura um grande amor depois de terminar com o namorado. Com a ajuda das amigas Gwen e Tiffani, resolve seduzir Troy, novo na cidade e modelo de nu nas aulas de artes. Mas ninguém sabe se o gostosão é gay ou não, e todos decidem dar em cima do moço para ver quem o leva para a cama, inclusive Marc, ex-namorado de Kyle.