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A fantástica fábrica de chocolate (2005)

 O aclamado diretor Tim Burton traz seu estilo cheio de imaginação ao adorado clássico de Roald Dahl, A Fantástica Fábrica de Chocolate, sobre o excêntrico proprietário de uma fábrica de chocolate Willy Wonka e Charlie, um menino pobre de bom coração. Há muito tempo afastado da família, Wonka promove um concurso mundial para escolher um herdeiro para seu império de doces. Cinco crianças sortudas, entre elas Charlie, encontram os Convites Dourados em barras de chocolate Wonka e ganham uma visita guiada pela legendária fábrica, que ninguém visitava há 15 anos. Deparando-se com uma maravilha atrás da outra, Charlie fica fascinado com o mundo fantástico de Wonka nesta história extraordinária e atemporal. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil em 2005 pela distribuidora Warner Bros. Entertainment]

Charlie and the Chocolate Factory. Reino Unido, Estados Unidos. Aventura, Comédia, Família, Fantasia, Musical. Longa-metragem de cinema. 1:55 (115 minutos). Colorido. Baseado no livro Charlie and the chocolate factory (1964, no Brasil: A fantástica fábrica de chocolate) do escritor galês Roald Dahl.

Direção de Tim Burton. Roteiro de John August. Com Johnny Deep (Willy Wonka), Freddie Highmore (Charlie Bucket), David Kelly (Vovô Joe), Helena Bonham Carter (Sra. Bucket), Noah Taylor (Mr. Bucket), Deep Roy (Oompa Loompa), Christopher Lee (Dr. Wonka), Julia Winter (Veruca Salt), AnnaSophia Robb (Violet Beauregarde), Jordan Fry (Mike Teavee), Philip Wiegratz (Augustus Gloop), James Fox (Sr. Salt), Missi Pyle (Sra. Beauregarde), Adam Godley (Sr. Teevee), Franziska Troegner (Sra. Gloop), Philip Philmar (Sr. Slugworth), David Morris (Vovô George), Liz Smith (Vovó Georgina), Eileen Essell (Vovó Josephine) e Blair Dunlop (Willy Wonka criança). Produzido pelos estúdios Warner Bros. Pictures, Village Roadshow Pictures, The Zanuck Company, Plan B Entertainment, Theobald Film Productions, Craig Miller Productions e Tim Burton Productions. 

Outras versões: | A fantástica fábrica de chocolate (1971, Willy Wonka & the Chocolate Factory, longa-metragem de cinema) | Kalle och chokladfabriken (1983, minissérie animada de televisão) | Tom e Jerry: Willy Wonka e a fantástica fábrica de chocolate (2017, Willy Wonka and the Chocolate Factory (longa-metragem animado de vídeo) |

- Indicado ao Oscar de Melhor Figurino (Gabriella Pescucci).
- Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical (Johnny Deep). 
- Indicado ao BAFTA de Melhor Desenho de Produção (Alex McDowell), Melhor Figurino (Gabriella Pescucci), Melhor Efeitos Visuais (Nick Davis, John Thum, Chas Jarret, Joss Williams) e Melhor Maquiagem/Cabelo (Peter Owen, Ivana Primorac). 
- Indicado ao Saturn de Melhor Filme de Fantasia, Melhor Perfomance de um Jovem Ator (Freddie Highmore), Melhor Música (Danny Elfman) e Melhor Figurino (Gabriella Pescucci).
- Indicado ao Grammy de Melhor Canção Escrita para Cinema, Televisão ou Outra Mídia Visual (John August, Danny Elfman, pela música "Wonka's welcome song").

A fantástica fábrica de chocolate (1971)

 
 Desde que tentaram roubar seus segredos, nunca mais Willy Wonka deixou que ninguém entrasse ou saísse de sua fabulosa fábrica de doces. Mas agora todas as crianças da cidade não pensam em outra coisa, já que Willy escondeu cinco bilhetes dourados em seus chocolates, que dão direito a um passeio pela fábrica e um prêmio em doces tão grande que durará até o resto da vida. Mas quem for premiado ganhará muito mais: uma viagem pelo mundo maravilhoso da magia e da imaginação e uma saborosa lição de vida, amor e compreensão. [[fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil em 2001 pela distribuidora Warner Bros. Family Entertainment] Quando encontram os cupons dourados dentro das barras de chocolate Wonka, cinco sortudas crianças ganham a chance de conhecer a legendária fábrica do misterioso Willy Wonka. Agora em uma incrível excursão pelo mundo de Willy, de cachoeiras de chocolate ao leite e esculturas gigantescas cobertas de açúcar, um menino muito especial descobrirá o mais doce de todos os segredos: um coração generoso e amoroso. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil em 2005 pela distribuidora Warner Bros. Family Entertainment]

Willy Wonka & the Chocolate Factory. Estados Unidos, Reino Unido. Família, Fantasia, Musical. Longa-metragem de cinema. 1:40 (100 minutos). Colorido. Baseado no livro Charlie and the chocolate factory (1964, no Brasil: A fantástica fábrica de chocolate) do escritor galês Roald Dahl.

Direção de Mel Stuart. Roteiro de Roald Dahl e David Seltzer. Com Gene Wilder (Willy Wonka), Jack Albertson (Vovô Joe), Peter Ostrum (Charlie Bucket), Julie Dawn Cole (Veruca Salt), Denise Nickerson (Violet Beauregarde), Paris Themmen (Mike Teevee), Michael Bollner (Augustus Gloop), Roy Kinnear (Sr. Salt), Leonard Stone (Sr. Beauregarde), Nora Denney (Sra. Teevee), Ursula Reit (Sra. Gloop), Diana Sowle (Sra. Bucket), Aubrey Woods (Bill), David Battley (Sr. Turkentine), Günter Meisner (Sr. Slugworth), Peter Capell (Funileiro), Werner Heyking (Sr. Jopeck), Peter Stuart (Winkelmann), Ernst Ziegler (Vovô George), Dora Altmann (Vovó Georgina), Franziska Liebing (Vovó Josephine), Rudy Borgstaller (Oompa Loompa), George Claydon (Oompa Loompa), Malcolm Dixon (Oompa Loompa), Rusty Goffe (Oompa Loompa), Ismed Hassan (Ooompa Loompa), Norman McGlen (Oompa Loompa), Angelo Muscat (Oompa Loompa), Pepi Poupee (Ooompa Loompa), Marcus Powell (Oompa Loompa) e Albert Wilkinson (Oompa Loompa). Produzido pelo estúdio Wolper Pictures. 

Outras versões: | Kalle och chokladfabriken (1983, minissérie animada de televisão) | A fantástica fábrica de chocolate (2005, Charlie and the Chocolate Factory, longa-metragem de cinema) | Tom e Jerry: Willy Wonka e a fantástica fábrica de chocolate (2017, Willy Wonka and the Chocolate Factory, longa-metragem animado de vídeo) |

- Indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Adaptada (Leslie Bricusse, Anthony Newley, Walter Scharf)
- Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical (Gene Wilde).

Contagem regressiva para o Natal (2002)

Seus personagens Disney estrelam este espetacular tesouro em forma de longa-metragem, apresentando uma nova e encantadora canção "Contagem Regressiva Para o Natal". Seja com o Mickey salvando um reino inteiro, o Pato Donald perseguindo seus sobrinhos, o Pateta aprendendo a esquiar, ou com um burro chamado O Pequenino CONTAGEM REGRESSIVA PARA O NATAL é tão cheio de imaginação, aventuras e gargalhadas que irá renovar seus espírito natalino pelo resto do ano. [fonte: contracapa do DVD de 2002, Walt Disney Home Entertainment]

Contagem regressiva para o Natal é uma coletânea de 7 curtas-metragens de animação dos estúdios Walt Disney lançada diretamente em vídeo (DVD): O príncipe e o mendigo (1990, The prince and the pauper); A arte de esquiar (1941, The art of skiing); Os alpinistas (1936, Alpine climbers); Luta na neve (1942, Donald's snow fight); Os três meninos (1938, Wynken, Blynken & Nod); Estoque de inverno (1949, Winter storage); O pequenino (1978, The small one).

Countdown to Christmas. Reino Unido. Animação, Família. Longa-metragem de vídeo (coletânea de curtas-metragens). 95 minutos (1:35). Colorido.

O calhambeque mágico (1968)

O inventor maluco Caractus Potts finalmente conseguiu criar o mais incrível, mais moderno e mais fantástico de todos os carros - O Calhambeque Mágico - Chitty Chitty Bang Bang. O que ele tem de diferente dos outros? Quase nada... a não ser o fato de que este calhambeque pode voar, andar sobre as águas e viajar para uma terra mágica cheia de piratas, castelos e muitas surpresas!!! Junto com seus dois filhos e uma amiga muito especial - Truly Scrumptious, o professor Potts embarca em uma jornada mágica onde começa uma grande aventura! [fonte: contracapa do VHS lançado no Brasil pela distribuidora MGM/UA Home Video em 1995]

Chitty Chitty Bang Bang. Reino Unido. Aventura, Família, Fantasia, Musical. Longa-metragem de cinema. 144 minutos (2:24). Colorido. Baseado nos livros da trilogia Chitty Chitty Bang Bang: The magical car (1964-1965, no Brasil: Chitty Chitty Bang Bang: O carro mágico), do escritor inglês Ian Fleming. Estreia original (Inglaterra): 17 de dezembro de 1968. Estreia no Brasil: 27 de janeiro de 1969.

Direção de Ken Hughes. Roteiro de Roald Dahl, Ken Hughes e Richard Maibaum (diálogos adicionais). Com Dick Van Dyke (Caractacus Potts), Sally Ann Howes (Truly Scrumptious), Lionel Jeffries (Vovô Potts), Adrian Hall (Jeremy Pott), Heather Ripley (Jemima), Gert Fröbe (Barão Bomburst), Anna Quayle (Baronesa Bomburst), Benny Hill (Fabricante de Brinquedos), James Robertson Justice (Lorde Scrumptious), Alexander Doré (Primeiro Espião), Bernard Spear (Segundo Espião), Desmond Llewelyn (Coggins), Arthur Mullard (Cyril, o homem grande), Davy Kaye (Comandante), Barbara Windsor (Loira), Peter Arne (Capitão da guarda), Stanley Unwin (Chanceler), Michael Audreson (Peter), Robert Helpmann (Criança) e Victor Maddern (Vendedor). Produzido pelos estúdios Dramatic Features e Warfield Productions.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Canção Original (Chitty Chitty Bang Bang), composta por Robert B. Sherman e Richard M. Sherman. No filme, a canção foi interpretada por Dick Van Dyke (Caractacus), Heather Ripley (Jemina), Adrian Hall (Jeremy) e Sally Ann Howes (Truly). O filme também recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, novamente de Melhor Canção Original para "Chitty Chitty Bang Bang" e de Melhor Trilha Sonora.

Diário de um banana (2010)

Greg Heffley está destinado a viver grandes coisas, mas primeiro ele precisa sobreviver à experiência mais assustadora e humilhante da vida de qualquer garoto: o ginásio! E isso não vai ser fácil, pois ele está cercado por idiotas peludos sardentos, grandalhões intimidadores e uma fatia de queijo com piolhos nucleares! [fonte: contracapa do DVD lançado pela Twentieth Century Fox Home Entertainment no Brasil]

Diary of a Wimpy Kid. Estados Unidos, Reino Unido. Comédia, Família. Longa-metragem de cinema. 94 minutos (1:34). Colorido. Baseado no livro Diary of a Wimpy Kid (2007, no Brasil: Diário de um banana), do escritor norte-americano Jeff Kinney.

Direção de Thor Freudenthal. Roteiro de Jackie Filgo, Jeff Filgo, Gabe Sachs e Jeff Judah. Com Zachary Gordon (Greg Heffley), Robert Capron (Rowley Jefferson), Rachael Harris (Susan Heffley), Steve Zahn (Frank Heffley), Connor Fielding (Manny Heffley), Owen Fielding (Manny Heffley), Devon Bostick (Rodrick Heffley), Chloë Grace Moretz (Angie Steadman), Karan Brar (Chirag Gupta), Grayson Russell (Fregley), Laine MacNeil (Patty Farrell), Alex Ferris (Collin), Andrew McNee (Técnico Malone), Belita Moreno (Sra. Norton) e Rob LaBelle (Sr. Winsky). Produzido pelos estúdios Color Force, Dayday Films e Dune Entertainment III.

Por amor também se mata (1958)

Um atrativo e romântico cavalheiro da Grã-Bretanha aristocrática tem nas mulheres e no jogo seus maiores vícios. Filho de um antigo aristocráta, Deverill consegue em pouco tempo acabar com toda sua fortuna e resolve casar-se para melhorar sua situação financeira, mas durante uma noite de muita bebida e festa, ele conhece Belle, uma cigana tempestuosa e selvagem que lhe desperta uma desenfreada paixão. Seduzido pela beleza e sensualidade de Belle, Deverill casa-se por amor e sofre um terrível choque quando descobre que a cigana só estava interessada na fortuna que ela imaginava que ele possuísse. Belle desapontada com o logro e ajudada por seu amante Jess resolve se apossar da fortuna da irmã de seu marido. Louco de ciúmes de Jess e possuído por Belle, Deverill decide por um ponto final em toda sua tragédia. [fonte: contracapa do VHS lançado pela F.J. Lucas Cinematográfica no Brasil]

The gipsy and the gentleman. Reino Unido. Drama, Romance, História. Longa-metragem de cinema. 107 minutos (1:47). Colorido. Baseado no livro Darkness I love you, da escritora Nina Warner Hooks.

Direção de Joseph Losey. Roteiro de Janet Green. Com Melina Mercouri (Belle), Keith Michell (Sir Paul Derevill), Flora Robson (Sra. Haggard), Patrick McGoohan (Jess), June Laverick (Sarah Deverill), Lyndon Brook (John Patterson), Helen Haye (Lady Caroline Ayrton), Mervyn Johns (Brook), Laurence Naismith (Dr. Forrester), Clare Austin (Vanessa Ruddock), Catherine Feller (Hattie) e Newton Block (Ruddock). Produzido pelos estúdios The Rank Organisation e Maurice Cowan Productions.

Fúria de titãs (1981)

Perseu, o filho mortal de Zeus, luta para salvar a vida da princesa Andrômeda do monstro marinho Kraken. Para tal, ele precisa de uma arma tão letal quanto difícil de conseguir: a cabeça da Medusa! Acompanhado de um grupo de corajosos guerreiros e montado no fabuloso Pegasus, o cavalo alado. Perseu parte em uma aventura sem precedentes pelas terras fantásticas da mitologia grega. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil pela distribuidora Warner Home Vídeo]

Clash of the titans. Reino Unido, Estados Unidos. Ação, Aventura, Família, Fantasia, Mitologia Grega. Longa-metragem de cinema. 118 minutos (1:58). Colorido. Baseado no mito grego de Perseu.

Direção de Desmond Davis. Roteiro de Beverley Cross. Com Harry Hamlin (Perseu), Maggie Smith (Tétis), Claire Bloom (Hera), Ursula Andress (Afrodite), Pat Roach (Hefesto), Judi Bowker (Andrômeda), Burgess Meredith (Ammon), Siân Phillips (Cassiopeia), Laurence Olivier (Zeus), Tim Pigott-Smith (Thallo), Jack Gwillim (Poseidon), Neil McCarthy (Calibos), Susan Fleetwood (Atena), Vida Taylor (Dânae), Ellie Nicol-Hilton (Aura), Donald Houston (Acrísio), Flora Robson (bruxa do Estige), Anna Manahan (bruxa do Estige), Freda Jackson (bruxa do Estige) e Harry Jones (caçador). Produzido pelos estúdios Charles H. Schneer Productions e Peerford Ltd.

Refilmado como Fúria de titãs (2010).

Ganhador do Saturno 1982 (da Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos) de Melhor Ator Coadjuvante (Burgess Meredith), além de indicação a Melhor Filme de Fantasia, Melhor Atriz Coadjuvante (Maggie Smith), Melhor Música (Laurence Rosenthal), Melhor Figurino (Emma Porteous) e Melhor Efeitos Especiais (Ray Harryhausen).

Fúria de titãs (2010)

Filho de um deus, mas criado como humano, Perseu não tem como salvar sua família de Hades, deus vingativo do submundo. Sem nada mais a perder, Perseu se oferece para liderar um grupo de guerreiros em uma perigosa missão para derrotar Hades antes que ele usurpe o poder de Zeus e transforme a Terra em um inferno. Combatendo demônios horríveis e bestas amedrontadoras, Perseu e seus guerreiros somente sobreviverão se ele aceitar seu destino e seus poderes como um deus, desafiando o destino e criando seu próprio futuro. [fonte: contracapa do DVD lançado no Brasil pela distribuidora Warner Bros Entertainment]

Clash of the titans. Estados Unidos, Reino Unido, Austrália. Ação, Aventura, Fantasia, Mitologia Grega. Longa-metragem de cinema. 106 minutos (1:46). Colorido. Baseado no mito grego de Perseu e no roteiro do filme Clash of the titans (1981, no Brasil: Fúria de titãs), da roterista inglesa Beverley Cross.

Direção de Louis Leterrier. Roteiro de Travis Beacham, Phil Hay e Matt Manfredi. Com Sam Worthington (Perseu), Liam Neeson (Zeus), Ralph Fiennes (Hades), Izabella Miko (Atena), Gemma Arterton (Io), Alexa Davalos (Andrômeda), Tine Stapelfeldt (Dânae), Mads Mikkelsen (Draco), Jason Flemyng (Calibos / Acrísio), Nicholas Hoult (Eusebios), Kaya Scodelario (Peshet), Danny Huston (Poseidon), Pete Postlethwaite (Spyros), Elizabeth McGovern (Marmara), Natalia Vodianova (Medusa), Luke Evans (Apolo), Liam Cunningham (Solon), Hans Matheson (Ixas), Ashraf Barhom (Ozal), Mouloud Achour (Kucuk), Ian Whyte (xeique Suleiman), Vincent Regan (Kepheus), Polly Walker (Cassiopeia), Katherine Loeppky (Cassiopeia, mais velha), Luke Treadaway (Prokopion), Sinead Michael (Tekla), Ross Mullan (Pênfredo), Robin Berry (Ênio), Graham Hughes (Dino), Martin McCann (Phaedrus), Rory McCann (Belo), Alexander Sidding (Hermes), Tamer Hassan (Ares), William Houston (Ammon), Nina Young (Hera), Jane March (Héstia), Nathalie Cox (Ártemis), Agyness Deyn (Afrodite), Paul Kynman (Hefesto) e Charlotte Comer (Deméter). Produzido pelos estúdios Warner Bros., Legendary Entertainment, Thunder Road Pictures, The Zanuck Company e Moving Picture Company (MPC).

Refilmagem de Fúria de titãs (1981). Seguido por Fúria de titãs 2 (2012).

Indicado ao Saturno 2011 (da Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos) Melhor Filme de Fantasia.

Indicado ao Framboesa de Ouro 2011 (da Associação Prêmio Framboesa de Ouro) de Pior Prelúdio, Remake, Continuação ou Plágio Descarado e Pior 3-D de Arrancar os Olhos.